Paulo Paz

Exposição DESENHO
18 de Novembro a 3 de Dezembro de 2022
Galeria de Arte - Estoril






Título: VERMELHO (arcos-iris)

Técnica/suporte: Fotocópias, colagem

Dimensão: 104 x 50 cm

Ano: 2020

Preço: 850€





Título: LARANJA (arcos-iris)

Técnica/suporte: Fotocópias, colagem

Dimensão: 104 x 50 cm

Ano: 2020

Preço: 850€






Título: AMARELO (arcos-iris)

Técnica/suporte: Fotocópias, colagem

Dimensão: 104 x 50 cm

Ano: 2020

Preço: 850€





Título: VERDE (arcos-iris)

Técnica/suporte: Fotocópias, colagem

Dimensão: 104 x 50 cm

Ano: 2020

Preço: 850€





Título: AZUL (arcos-iris)

Técnica/suporte: Fotocópias, colagem

Dimensão: 104 x 50 cm

Ano: 2020

Preço: 850€





Título: ANIL (arcos-iris)

Técnica/suporte: Fotocópias, colagem

Dimensão: 104 x 50 cm

Ano: 2020

Preço: 850€






Título: VIOLETA (arcos-iris)

Técnica/suporte: Fotocópias, colagem

Dimensão: 104 x 50 cm

Ano: 2020

Preço: 850€






Título: sem título (OSMOSE)

Técnica/suporte: Fotografia, fotocópia, impressão em plotter s/ papel

Dimensão: 68 x 92 cm

Ano: 2022

Preço: 380€






Título: sem título #2 (OSMOSE)

Técnica/suporte: Fotografia, fotocópia, impressão em plotter s/ papel

Dimensão: 68 x 92 cm

Ano: 2022

Preço: 380€





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Condições de pagamento:

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(Entrega da obra após o encerramento da exposição)




Paulo Paz
Artista Plástico
Monte Estoril 10 de Junho de 1964

Paulo Paz é o engenheiro informático que se compromete radicalmente com as artes plásticas.
Quase sempre através da fotografia, de um modo muito peculiar, pois o desenho e a pintura são complemento constante da sua obra.




“Quando a luz solar atravessa as gotas da água da chuva, dá-se a refração da luz: decompõe-se a luz branca nas sete cores que a formam. O arco-íris mostra o que está para além do aparente, do que vemos, da luz, do branco: mostra o que é o branco.


A série “Arco-Íris”, de Paulo Paz, é composta por sete fotografias, que tomam o nome das sete cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil, violeta. A cor é um sentir, um sentido, uma emoção. Todas as imagens são, naturalmente a preto e branco.


Sete. Cada imagem é constituída por uma colagem de sete cópias da mesma imagem: Paulo Paz parte de uma impressão, amplia numa fotocopiadora antiga, altera a escala, as perturbações introduzidas pelo aparatus. E amarrota as folhas, alisa-as depois. Vemos, sentimos os vincos, rasga um dos lados verticais da imagem, sobrepõe desfasadamente as sete cópias assumindo o rasgado, a última imagem completa a primeira. No interior, a imagem desenvolve-se, prolonga-se, é a mesma imagem, constrói uma nova imagem.


As fotografias são de um mesmo espaço: o forte, desde o terraço, o baluarte, o mar, o céu, o horizonte, o infinito.


Sete, simbolicamente é o número da plenitude. As sete cores no seu conjunto formam o branco. Os sete fragmentos, uma imagem. As sete imagens, a série. 


Este trabalho de Paulo Paz é uma metáfora sobre a fotografia – e sobre o ver. A fotografia é um fragmento. Paulo Paz fragmenta-o, repete-o, dando-nos a ver cada uma dessas partes, mais ou menos extensa, desafia-nos a percebê-la e a perceber a imagem (a que nos mostra). A realidade não se percebe num instante, mas requer um olhar atento, requer tempo. Por outro lado, a insistência da repetição, altera a imagem, a nossa perceção da realidade. O aparente amarrotado vem-nos questionar se o que vemos é, de facto, o real. 


Cada imagem está associada a uma cor. Podemos sentir a presença dessa cor, apesar de a preto e branco. Cada um a encontrará, não necessariamente no mesmo ponto. 

Há um infinito que se prolonga em cada imagem. Cada imagem olha-nos, desafia-nos… 


Consoante o ponto onde estamos, vemos o arco-íris de forma diferente.”

António Bracons



"Paulo Paz é um artista multifacetado construtor de imagens, contador de histórias desenhadas tanto com a ferramenta da fotografia, como usando outros meios plásticos - desde o desenho propriamente dito, colado, raspado, sobreposto e também pintado quando a cor se torna cúmplice da obra.


O projecto artístico que desenvolve é constituido por propostas que abarcam o enigmático, o entre-linhas do dia-a-dia, numa espécie de critica social entre o velado e o lúdico como também o lado experimental, o lado surpreendente mesmo que efêmero.


Naturalmente experimentador, Paulo Paz usa saberes e competências advindos das práticas e aprendizados que permanentemente desenvolve, onde a fotografia tem um lugar preponderante.


Artista irrequieto e insatisfeito. Prático e rápido no fazer. Reflectido no decorrer do que faz e desfaz. No entanto, coerente na finalização.


A sua peculiar obra, de técnicas várias, impões-se pelo agrado que em nós suscita."

Mestre Rui Aço



Ateliê:

Rua António Andrade Júnior, nº 63

2750-654 Cascais


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